segunda-feira, 7 de maio de 2012

Tecnologia - Trem estilo Ferrari é lançado na Itália



 Trem estilo Ferrari é lançado na Itália
O Italo é um trem de alta velocidade que entrou em atividade a partir do dia 28 de abril para ligar as cidades italianas de Milão, Roma e Nápoles. O comboio de luxo, que é operado pela Nuovo Transporto Viaggiatori (NTV) e está ganhando a fama de a "Ferrari dos trens", embora alcance uma velocidade de até 300 km/h, não é o mais rápido do mundo.

O trem tem capacidade para 460 pessoas e conta com 11 vagões. Entre os serviços oferecidos pela empresa, estão Wi-Fi grátis, bancos de couro e tevês no teto. O bilhete mais barato, de Milão para Roma, custa cerca de R$ 160.

Segundo a empresa, a qualidade dos serviços será a melhor de toda Itália e competirá à altura com a Trenitalia, que tem o monopólio de ferrovia de alta velocidade no país até agora. A NTV espera atrair nove milhões de passageiros até o fim de 2014.

A fama de "Ferrari do trens" está associada à velocidade e ao design externo moderno e em vermelho. Além disso, um dos principais acionistas da NTV é o Luca di Montezemoto, presidente da Ferrari.

Fonte: http://www.techtudo.com.br/curiosidades/noticia/2012/04/trem-estilo-ferrari-e-lancado-na-italia.html

Artes - A Flauta Mágica


 


  A Flauta Mágica | 02 e 03 de maio
 
  

A
Escola de Dança do Centro de Formação Artística da Fundação Clóvis Salgado (CEFAR) apresenta, nos dias 02 e 03 de maio, às 20 horas, a adaptação de uma das mais tradicionais montagens do ballet clássico mundial. Trata-se do clássico A Flauta Mágica, que será apresentado no Grande Teatro do Sesc Palladium.

Bailado em um ato, o espetáculo tem música de Richard Drigo e libreto e coreografia de Lev Ivanov e estreou no pequeno Teatro da Escola Imperial de Bailados, em São Petesburgo, no dia 10 de março de 1893.

A montagem é fruto de uma parceria da
Fundação Clóvis Salgado com a Cia. Brasileira de Ballet do Rio de Janeiro. Foi apresentada em dezembro de 2011, como espetáculo anual do Departamento de Dança do CEFAR.

A adaptação é assinada pela professora de dança do
CEFAR, Juliana Couto, ao lado do Consultor da Escola de Dança do CEFAR e diretor da Cia. Brasileira de Ballet do Rio de Janeiro, Jorge Texeira. Compõe o espetáculo, 130 alunos, do nível básico ao profissionalizante, entre 08 e 25 anos.

Sinopse
Em uma aldeia francesa, durante o reinado do Rei XV, agricultores comemoram a safra da maçã. Luc, um jovem camponês, e Lise, a filha do fazendeiro, estão apaixonados. Satisfeitos com o serviço terminado pelos lavradores, todos dançam. O Marquês chega à aldeia em busca de uma noiva. Encanta-se, porém, por Lise, a amada de Luc.

Um velho eremita aparece na aldeia. Luc recebe deste senhor uma flauta de presente, na qual estão gravadas as palavras: “Quando me tocares, todos serão obrigados a dançar e isso te trará boa sorte!”. Luc toca a flauta e a melodia atrai Lise, então eles dançam, enamorados. A mãe da moça, nervosa, conta ao seu marido e ao Marquês a cena que acabou de presenciar. Todos se revoltam, e tentam agredir Luc. Ele toca novamente sua flauta e todos são obrigados a dançar. Luc é preso acusado de feitiçaria e, posteriormente, condenado a forca.

O velho eremita se revela Oberon (Deus sublime que inspira fortes amores). Ele salva Luc, e abençoa o casal apaixonado.

>> Ingressos à venda na bilheteria e pela internet.
 Clique aqui e compre seu ingresso!

Serviço
Evento:
A Flauta Mágica
Data: 02 e 03 de maio
Local: Grande Teatro do Sesc Palladium (Rua Rio de Janeiro, nº 1046, Centro)
Horário: 20h
Duração: 80’’
Valor: R$ 10,00 (inteira); R$ 5,00 (meia entrada)
Classificação etária: livre
Informações: (31) 3236-7400

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Política - Presidente do PRTB chama de 'blefe' denúncias de elo com Cachoeira



Presidente do PRTB chama de 'blefe' denúncias de elo com Cachoeira
Gravações apontam que Carlinhos Cachoeira tentou comprar partido.
Levy Fidelix disse não ter nem 'contato telepático' com o grupo do bicheiro.

O presidente e fundador do Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB),Levy Fidélix, negou nesta quarta-feira (2) que tenha qualquer tipo de envolvimento com o grupo do contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, preso no final de fevereiro e acusado de comandar uma quadrilha jogos ilegais.

Fidélix chamou a denúncia de "blefe" e atribuiu a citação de seu nome em gravações telefônicas com a campanha eleitoral deste ano.

"Solta-se muitas vezes uma lebre pros cachorros irem atrás. Eu acho que esses que tem interesse, os grandes partidos, soltaram uma lebrezinha chamada Dadá e Cachoeira e a imprensa foi atrás. Infelizmente foi um blefe, um grande blefe"

Conversas telefônicas gravadas pela Polícia Federal e publicadas na terça-feira (1º) pelos jornais "O Estado de S.Paulo" e "Folha de S.Paulo" indicam que Cachoeira teria tentado comprar o PRTB, com investidas no diretório do partido em Goiás.

O nome de Fidélix é citado nas conversas entre Cachoeira e Idalberto Matias, o Dadá, um dos principais auxiliares do bicheiro, segundo a PF.

Fidélix, que é pré-candidato à Prefeitura de São Paulo pelo PRTB, disse que nunca teve contato com pessoas ligadas ao bicheiro. "Nem contato telepático, nem sexual, muito menos pessoal houve (com o grupo de Cachoeira)", declarou

Conversas
Nas gravações feitas pela PF, Dadá é quem sugere o partido para Cachoeira.

Dadá: O cara que é o presidente nacional. É um tal de Levy Fidelix. É difícil de mexer toda a vida, viu? É um cara complicado, mas eu acho que tem chance também.
Carlinhos: Ué, se negociar ele entregar o partido. Você acha que depois ele pode trair o ???
Dadá: Acho que tem que cumprir os acordos financeiros com ele escalonado. Tem que pagar na frente e tchau.
Carlinhos: É vou ver então.Tchau.
Três dias depois, Cachoeira e Dadá conversam sobre valores que seriam pagos a um partido.
Dadá: Aquele valor que eu falei procê já aumentou, entendeu? Falou que era 200, passou para 300.
Cachoeira: Que que é isso? Os caras tão roubando. Que garantia que tem?
Dadá: Disse que faz na hora, entendeu? O presidente vem e faz tudo entendeu e vai para o TRE. Resolve tudo. Isso aí, o cara fica com o estado todo na mão, né? Aí ele nomeia os municipais. Foi o que ele me falou.
Cachoeira: Oferece R$ 150 mil. Até R$ 200 mil dá pra fazer. Mas tem que ter garantia né, Dadá?
Dadá: Falou, então.
Uma semana depois, Dadá avisa Cachoeira.
Carlinhos:Conseguiu falar com o Fidelix?
Dadá: Tá no Paraná. Tá chegando dez horas. Colega vai pegar ele lá.
De acordo com a investigação da operação Monte Carlo, as conversas sobre compra do partido vão até agosto. Cachoeira continua interessado. Cobra de Dadá uma definição. Insiste que ele marque uma conversa com Levy Fidelix para desenrolar o assunto. Mas a polícia não descobriu se houve o tal encontro e se o negócio foi mesmo fechado..



REFERÊNCIAS : http://g1.globo.com/politica/noticia/2012/05/presidente-do-prtb-chama-de-blefe-denuncias-de-elo-com-cachoeira.html

Educação - STF decide, por unanimidade, pela constitucionalidade das cotas raciais

Plenário do Supremo durante julgamento das cotas em universidades (Foto: Nelson Jr. / SCO / STF)STF decide, por unanimidade, pela constitucionalidade das cotas raciais

Supremo julgou ação do DEM que questionou sistema de cotas da UnB.
Ministros entenderam que cotas são necessárias para reduzir desigualdade.


Por unanimidade, o Supremo Tribunal Federal (STF) validou nesta quinta-feira (26) a adoção de políticas de reserva de vagas para garantir o acesso de negros e índios a instituições de ensino superior em todo o país. O tribunal decidiu que as políticas de cotas raciais nas universidades estão de acordo com a Constituição e são necessárias para corrigir o histórico de discriminação racial no Brasil.
Em dois dias de julgamento, o tribunal discutiu a validade da política de cotas raciais adotada pela Universidade de Brasília (UnB), em 2004, que reserva por dez anos 20% das vagas do vestibular exclusivamente para negros e um número anual de vagas para índios independentemente de vestibular.
O DEM, autor da ação contra as cotas raciais, acusou o sistema adotado pela instituição de ensino, no qual uma banca analisa se o candidato é ou não negro, de criar uma espécie de “tribunal racial”.
Outras duas ações na pauta do STF, que não começaram a ser analisadas, abordam cotas raciais combinadas com o critério de o estudante vir de escola pública. Elas devem ser analisadas na semana que vem, segundo o presidente do Supremo, Carlos Ayres Britto.
Plenário do Supremo durante julgamento das cotas em universidades (Foto: Nelson Jr. / SCO / STF)
Dos onze ministros do tribunal, somente Dias Toffoli não participou do julgamento porque elaborou parecer a favor das cotas quando era advogado-geral da União.
Para os ministros do STF, ações afirmativas, como a política de cotas da UnB, devem ser usadas como “modelo” para outras instituições de ensino, como o objetivo de superar a desigualdade histórica entre negros e brancos.
O relator da ação, ministro Ricardo Lewandowski, lembrou o caráter provisório das políticas de cotas. A da UnB tem duração de 10 anos, podendo ser revista. Para ele, todas as universidades podem adotar os critérios desde que respeitem os critérios de "razoabilidade, proporcionalidade e temporalidade." Para ele, a decisão desta quinta vale para todas as instituições de ensino, não somente as universidades, e também valida as cotas sociais.
"O modelo que o Supremo tenta estabelecer, se o meu voto for prevalente, é esse modelo de que não é uma benesse que se concede de forma permanente, mas apenas uma ação estatal que visa superar alguma desigualdade histórica enquanto ela perdurar", destacou o relator após o julgamento”, afirmou Lewandowski.
De acordo com dados da Advocacia-Geral da União (AGU), 13 universidades brasileiras possuem políticas de cotas raciais e outras 20 combinam o critério de raça com a questão social para fazer a seleção dos candidatos. A decisão do STF não proíbe outras ações em relação a cotas para ingresso no ensino superior, uma vez que as universidades têm autonomia para definir suas políticas.
Essas medidas visam a combater não somente manifestações flagrantes de discriminação, mas a discriminação de fato, que é a absolutamente enraizada na sociedade e, de tão enraizada, as pessoas não a percebem."
Joaquim Barbosa, único ministro negro do STF
“A construção de uma sociedade justa e solidária impõe a toda coletividade a reparação de danos pretéritos perpetrados por nossos antepassados adimplindo obrigações jurídicas”, disse o ministro Luiz Fux.
Ressalvas
Apesar de acompanhar o voto do relator, o ministro Gilmar Mendes fez críticas à política de cotas raciais validada pelo STF, lembrando que se trata de uma iniciativa pioneira. Para ele, a reserva de vagas feita pela universidade deveria levar em conta também a condição econômica do candidato, sob pena de gerar distorções, como excluir um candidato branco e pobre do benefício.
Mendes chegou a propor a revisão do modelo criado pela UnB, que, segundo ele, é “ainda constitucional”, mas se for mantido como está poderá vir a ferir a Constituição.
índio stf (Foto: Andre Dusek/AE)Índio foi retirado do plenário durante julgamento
no STF sobre cotas raciais (Foto: Andre Dusek/AE)
Protesto no julgamento
O voto do ministro Luiz Fux foi interrompido por um manifestante indígena da etnia guarani que precisou ser expulso do plenário pelos seguranças do STF.
O índio Araju Sepeti queria que os indígenas fossem citados pelo ministro Fux em seu voto. A política de cotas da UnB, que é tema do julgamento, inclui a reserva de 20 vagas anuais a indígenas, que não precisam fazer o vestibular tradicional.
“Vocês violam os direitos de todos e não respeitam a Constituição. O Brasil é composto de três raças: raça indígena, raça branca e raça negra", disse Sepeti ao ser contido por seguranças do Supremo que o levaram para fora das grades que separam a sede do tribunal da Praça dos Três Poderes, em Brasília.

Os ministros Joaquim Barbosa, único ministro negro do tribunal, ao proferir seu voto durante julgamento das cotas raciais (Foto: Nelson Jr. / SCO / STF)Os ministros Joaquim Barbosa, único ministro
negro do tribunal, ao proferir seu voto durante
julgamento das cotas raciais (Foto: Nelson Jr. / SCO
/ STF)
Único ministro negro
Joaquim Barbosa, único ministro negro do STF, ressaltou a importância das ações afirmativas para viabilizar “harmonia e paz social”. Ele citou exemplo dos Estados Unidos que se tornaram “o país líder do mundo livre”, após derrubar a política de segregação racial.
“Ações afirmativas se definem como políticas públicas voltadas a concretização do princípios constitucional da igualdade material a neutralização dos efeitos perversos da discriminação racial, de gênero, de idade, de origem. [...] Essas medidas visam a combater não somente manifestações flagrantes de discriminação, mas a discriminação de fato, que é a absolutamente enraizada na sociedade e, de tão enraizada, as pessoas não a percebem.”, disse Barbosa.

A imposição de um modelo de estado racializado, por óbvio, traz consequências perversas para formação da identidade de uma nação. [...] Não existe racismo bom. Não existe racismo politicamente correto. Todo o racismo é perverso e precisa ser evitado"
Roberta Kauffman, advogada do DEM, autor da ação que questionou as cotas raciais
Contra e a favor das cotas
No primeiro dia do julgamento, a advogada do DEM, Roberta Kauffman, apresentou argumentos contra o sistema de cotas da UnB. Para ela, a seleção de quem teria direito às cotas na UnB é feitas com base em “critérios mágicos e místicos” e lembrou ocaso dos irmãos gêmeos univitelinos, Alex e Alan Teixeira da Cunha. Eles se inscreveram no vestibular, em 2007, e, depois de analisadas fotos dos dois, Alan foi aceito na seleção das cotas e Alex não. Depois, a UnB voltou atrás.
“A imposição de um modelo de estado racializado, por óbvio, traz consequências perversas para formação da identidade de uma nação. [...] Não existe racismo bom. Não existe racismo politicamente correto. Todo o racismo é perverso e precisa ser evitado”, disse a advogada.
A defesa da UnB argumentou que o sistema de cotas raciais busca corrigir a falta de acesso dos negros à universidade. Segundo a advogada Indira Quaresma, que representou a instituição, os negros foram “alijados” de riquezas econômicas e intelectuais ao longo da história. Para ela, a ausência de negros nas universidade reforça a segregação racial.
“A UnB tira-nos, nós negros, dos campos de concentração da exclusão e coloca-nos nas universidades. [...] Sistema de cotas é belo, necessário, distributivo, pois objetiva repartir no presente a possibilidade de um futuro melhor”, afirmou a advogada da UnB.
A UnB tira-nos, nós negros, dos campos de concentração da exclusão e coloca-nos nas universidades. [...] Sistema de cotas é belo, necessário, distributivo, pois objetiva repartir no presente a possibilidade de um futuro melhor"
Indira Quaresma, advogada da UnB
A validade das cotas raciais como política afirmativa de inclusão dos negros foi defendida também pelo advogado-geral da União, Luís Inácio de Lucena Adams e pela vice-procuradora-geral, Deborah Duprat. Para eles, o racismo é um traço presente na cultura brasileira e que precisa ser enfrentado.
Além dos representantes da UnB, do DEM e da União, outros 10 advogados ocuparam a tribuna do STF para defender suas posições contra ou a favor das políticas de reserva de vagas em universidades tendo a raça como critério.
A maioria das entidades participou de audiência pública realizadas pelo Supremo, em março de 2010, para discutir o tema. As opiniões se dividem entre os que defendem e criticam a adoção da questão racial como critério em detrimento de outros fatores, como a renda do candidato.

terça-feira, 1 de maio de 2012

Saúde - Brasil reduz taxa de mortalidade infantil em 47%

  Brasil reduz taxa de mortalidade infantil em 47%

Programas de saúde pública do Ministério da Saúde contribuem para os avanços revelados pelo Censo 2010
 
Os dados do Censo 2010, divulgados nesta sexta-feira, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) destaca que a mortalidade infantil no Brasil reduziu praticamente pela metade (47%) na última década. Em 2000, 29,7 a cada mil crianças nascidas vivas não completavam o primeiro ano de vida. Em 2010, o índice reduziu para 15,6/1.000.

Os dados divulgados hoje estavam dentro das expectativas do Ministério da Saúde e revelam que o Brasil já alcançou os índices de redução definidos pelas metas dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, acordo internacional, que prevê uma taxa de mortalidade infantil de 15,7/1.000 nascidos vivos no país, para 2015, além de reforçar a política social que vem sendo conduzida pelo governo.

O Ministério da Saúde tem investido fortemente em políticas públicas voltadas para a família, à gestante e à criança. A Rede Cegonha, conjunto de medidas que garantem assistência integral às grávidas e ao bebê, criou em 2011, 348 leitos neonatais e requalificou mais 86.

A rede Amamenta Brasil e a Estratégia Nacional de Promoção da Alimentação Complementar Saudável qualificam profissionais da Atenção Básica para acompanhar e fortalecer ações de promoção, proteção e apoio do aleitamento materno e da alimentação complementar.

A região Nordeste, que historicamente concentra os maiores índices, desta vez apresentou a maior redução, de 59%. Em 2000,44,7 crianças - a cada mil nascidas vivas - morriam antes de um ano. Atualmente, a taxa é de 18,5/1.000.

“Esta significativa redução faz parte da expansão da Atenção Básica no país e reflete ainda o compromisso do Ministério da Saúde para acelerar a redução das desigualdades na região Nordeste e na Amazônia Legal dentro do Pacto Pela Redução da Mortalidade Infantil, da ampliação da Estratégia Saúde da Família (ESF) e de ações já preconizadas para a melhoria da atenção integral a saúde das crianças”, afirma o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
 
ADOLESCÊNCIA – A pesquisa do IBGE também traz dados sobre a fecundidade das brasileiras. As famílias estão cada vez menores e as mulheres estão adiando a maternidade. Uma boa notícia é a redução da taxa de adolescentes gestantes. As mulheres entre 15 e 19 anos que se tornaram mães passou de 18,8% a 17,7%. 

Criada em 2007, a Política Nacional de Planejamento Familiar prevê a oferta de métodos contraceptivos gratuitamente e a venda de anticoncepcionais na rede Farmácia Popular, com redução de preços em até 90%, além da ampliação do acesso vasectomias e laqueaduras. “Para muitas mulheres, tornar-se mãe é um sonho. É importante que toda brasileira possa escolher o momento para torná-lo realidade”, conclui Padilha.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Economia - Contas do governo têm superávit de R$ 33,7 bilhões no primeiro trimestre




Contas do governo têm superávit de R$ 33,7 bilhões no primeiro trimestre
Com resultado, 34,8% da meta de superávit de 2012 foi cumprida.
Somente em março, superávit das contas do governo somou R$ 7,5 bilhões.

As contas do governo registraram um superávit primário, que é a economia feita para pagar juros da dívida pública e tentar manter sua trajetória de queda, de R$ 33,75 bilhões no primeiro trimestre deste ano, informou nesta quarta-feira (25) a Secretaria do Tesouro Nacional. 
Isso representa um crescimento de 31,3% sobre igual período de 2011 (+R$ 25,7 bilhões). O resultado foi influenciado, entre outros fatores, pelo bom desempenho da arrecadação, que subiu 7,32%, em termos reais, no primeiro trimestre deste ano - batendo novo recorde histórico.

Meta anual
O esforço fiscal dos três primeiros meses deste ano também equivale ao cumprimento de 34,8% da meta de superávit primário de R$ 96,97 bilhões estabelecida para todo este ano. Em 2011, após dois anos de utilização de "manobras contábeis", o governo voltou a cumprir a "meta cheia" de superávit primário.
As contas do governo estão inseridas no setor público consolidado, que também engloba os estados, municípios e empresas estatais. A meta de superávit primário (economia para pagar juros) do setor público é de R$ 140 bilhões para todo este ano. 
O Tesouro Nacional tem informado que o objetivo deste ano é atingir, novamente, a meta cheia de superávit primário. Justamente com este objetivo, o governo anunciou, em fevereiro, um bloqueio de R$ 55 bilhões em gastos no orçamento federal de 2012.
Na hipótese de os estados, municípios e estatais não cumprirem a sua parte da meta, o esforço adicional tem de ser feito pelo Tesouro Nacional – que tem a prerrogativa, porém, de abater os gastos com investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do esforço fiscal.

Resultado de março
Somente em março, as contas do governo registraram um superávit primário de R$ 7,55 bilhões. Ao decompor o resultado de março deste ano, o Tesouro Nacional (União) respondeu por um superávit de R$ 9,38 bilhões, ao mesmo tempo em que o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) apresentou um déficit de R$ 1,76 bilhão e o BC registrou um resultado negativo de R$ 63 milhões.

Receitas e despesas no trimestre
Segundo números do Tesouro Nacional, as despesas cresceram menos que as receitas no primeiro trimestre deste ano. No período, as receitas totais do governo somaram R$ 263 bilhões, um crescimento de 13,8% frente a igual período do ano passado (R$ 231,3 bilhões). Um crescimento, portanto, de R$ 31,9 bilhões.
Ao mesmo tempo, as despesas totais, o que inclui os gastos de custeio e os investimentos, somaram R$ 183,4 bilhões em nos três primeiros meses deste ano, com elevação de 12% frente a período equivalente de 2011 (R$ 163,8 bilhões). Neste caso, o crescimento foi de R$ 19,64 bilhões.

Investimentos
No primeiro trimestre deste ano, as despesas com investimentos somaram R$ 15,7 bilhões, valor que representa um aumento de 23,5% frente a igual período de 2011 (R$ 12,7 bilhões). No caso das despesas do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), estas somaram R$ 8 bilhões nos três primeiros meses deste ano, com alta de 46,9% sobre o mesmo período de 2011 (R$ 5,5 bilhões).

 
REFERÊNCIAS
http://g1.globo.com/economia/noticia/2012/04/contas-do-governo-tem-superavit-de-r-337-bilhoes-no-primeiro-trimestre.html