sexta-feira, 27 de abril de 2012

Tecnologia - Google anuncia o Drive, seu serviço de armazenamento on-line




Google anuncia o Drive, seu serviço de armazenamento on-line

Usuário tem 5 Gbytes de espaço gratuito para guardar arquivos na nuvem.
 
Serviço chega para concorrer com Dropbox e SkyDrive.


O Google anunciou, nesta terça-feira (24), o lançamento do Google Drive, um serviço de armazenamento de documentos na nuvem (página do Google Drive). O produto chega ao mercado após uma série de boatos e para concorrer com produtos como o Dropbox e o SkyDrive, da Microsoft.

Ao acessar o serviço, o usuário ganha 5 Gbytes de armazenamento gratuito, mas é possível aumentar essa capacidade para 25 Gbytes (US$ 2,49 por mês), 100 Gbytes (US$ 4,99 por mês) ou 1 Tbyte (US$ 49,99 por mês). Ao fazer o upgrade da conta do Drive, o armazenamento do Gmail, o serviço de e-mails da empresa, também aumentará para 25 Gbytes.

“O Google Drive é um lugar em que você pode criar, compartilhar, colaborar e manter suas coisas”, disse Sundar Pichai, do Google, em um post de apresentação do serviço no blog da companhia. “Você pode fazer o upload e acessar seus arquivos, incluindo vídeos, fotos, arquivos do Google Docs, PDFs.”

O usuário pode acessar seus arquivos armazenados na nuvem a partir de computadores PC ou Mac e de aparelhos com Android. O aplicativo para iPhone e iPad chegará em breve, diz o Google. Independente da plataforma, usuários que não enxergam podem acessar o Drive com um software que faz a leitura de telas, afirma a companhia.

Apesar de cobrar pelo serviço, atualmente, o Google gera 96% de suas receitas com venda de publicidade. A empresa faturou US$ 38 bilhões em 2011, segundo resultados divulgados.

Concorrência
O Google Drive chega ao Mercado para concorrer com serviços como o Dropbox, que já tem mais de 50 milhões de usuários no mundo, segundo a empresa que cuida do site. O Dropbox, que tem o cantor Bono entre seus investidores, oferece até 18 Gbytes de armazenamento gratuito e também pode ser acessado por diversos dispositivos --incluindo os com iOS, da Apple.

Também faz parte do mercado o SkyDrive, da Microsoft, que anunciou uma série de mudanças recentemente. O serviço de armazenamento anunciou a disponibilização de 7Gbytes gratuitos para seus usuários e uma série de novos aplicativos para Windows, Mac OS, Windows Phone e iOS.

Fonte: http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2012/04/google-anuncia-o-drive-seu-servico-de-armazenamento-line.html

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Artes - Cinema



A PERSEGUIÇÃO
Título original: The Grey
Duração: 117 minutos (1 hora e 57 minutos)
Gênero: Ação / Aventura
Direção: Joe Carnahan
Ano: 2012
País de origem:EUA

Sinopse: Um grupo de petroleiros está voltando para casa após uma longa temporada de trabalho no Alasca. Uma falha mecânica acaba derrubando o avião que os transportava. Os sobreviventes lutarão contra ferimentos mortais, o intenso frio e a fome voraz. Mas o grupo não poderia nem desconfiar que a principal ameaça ainda está por vir.
 Ator / Atriz

Personagem

(Ottway)

(Hendrick)

(Diaz)

(Talget)

(Burke)

(Flannery)

(Hernandez As Como Ben Hernandez Bray)

(Lewenden)

(Ottway\'s Wife)

 Ator / Atriz


Personagem


(Company Clerk)


(Ottway As 5 Years Old)


(Ottway\'s Father)


(Talget\'s Little Girl)


(Cimoski)


(Flight Attendant)


(Flight Attendant)





OUTRAS INFORMAÇÕES
Classificação indicativa: Não recomendado para menores de 14 anos
Roteiro:Joe Carnahan, Ian Mackenzie Jeffers, Ian Mackenzie Jeffers
Distribuição:Imagem Filmes




sexta-feira, 6 de abril de 2012

Meio ambiente - Mapa interativo mostra distribuição desigual de emissões de carbono



  Mapa interativo mostra distribuição desigual de emissões de carbono
Tamanho dos países foi distorcido para representar dados de carbono. 
Quanto maior a responsabilidade nas emissões, maior fica o país.
Amanda RossiDo Globo Natureza, em São Paulo


A emissão de carbono, que acentua o aquecimento global, ocorre de forma desigual no mundo -- por isso, as consequências das mudanças climáticas não são as mesmas em todos os países. Para mostrar estas diferenças, um jornalista e um programador criaram um mapa interativo, o "Mapa do Carbono", lançado nesta quinta-feira (29).
Nele, o tradicional mapa mundi aparece de uma forma totalmente diferente. Os tamanhos dos países foram distorcidos para mostrar o peso relativo de cada um nas emissões globais de carbono e nas consequências do aquecimento global, de acordo com dados do Banco Mundial.
O objetivo é dimensionar a responsabilidade e a vulnerabilidade de cada um.
Assim, no quesito emissão de carbono atual, China, Índia, Japão, Estados Unidos e Europa ganham formas gigantes, porque são os maiores emissores. América do Sul e África têm formas menores. Já quando se analisa o acumulado de emissões desde 1850 (sendo que "a maior parte delas ainda continua no ar", segundo projeto), o peso da Ásia diminui e a responsabilidade recai sobre América do Norte e Europa.
Mapa distorcido mostra o tamanho proporcional dos países de acordo com a emissão de carbono desde 1850. (Foto: Reprodução / The Carbon Map)Mapa distorcido mostra o tamanho proporcional dos países de acordo com a emissão de carbono desde 1850. (Foto: Reprodução / The Carbon Map)
Vulnerabilidade
Por outro lado, quando se avalia a vulnerabilidade às mudanças climáticas, a Ásia domina o mapa. A África também é apresentada com um tamanho relativo maior. Os outros continentes ficam bastante reduzidos. Os dados mostram o número de pessoas que podem ficar feridas, ser desalojadas ou precisar de ajuda de emergência devido a cheias, secas ou temperaturas extremas.
Em todas as variáveis, o Brasil é apresentado com um tamanho menor do que o real. Isto indica que nem sua responsabilidade nas emissões globais nem na vulnerabilidade são altas, em comparação com o resto do mundo.
No mapa, o usuário também pode escolher uma variável para colorir os países. Ao optar por emissão de CO2 por pessoa, por exemplo, as nações ficam mais escuras à medida que aumentam os valores.
De acordo com Duncan Clark, jornalista do jornal britânico Guardian e um dos idealizadores do projeto, existem três vantagens de apresentar os dados desta forma.
"Primeiro, a distorção do mapa mundi é uma boa maneira de compreender muitos números com apenas um olhar. Segundo, animar as distorções torna a interação com os dados divertida. Terceiro, é possível escolher a variável para colorir o mapa distorcido, o que ajuda a perceber relações", afirma Clark.


Vulnerabilidade da Ásia aos efeitos do aquecimento global é muito maior que no restante do globo. (Foto: Divulgação / The Carbon Map)Vulnerabilidade da Ásia aos efeitos do aquecimento global é muito maior que no restante do globo. (Foto: Divulgação / The Carbon Map)
Com relação às emissões atuais de carbono, China, Índia, Japão, EUA e Europa têm um peso maior que o restante do mundo. (Foto: Divulgação / The Carbon Map)Com relação às emissões atuais de carbono, China, Índia, Japão, EUA e Europa têm um peso maior que o restante do mundo. (Foto: Divulgação / The Carbon Map)

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Educação - Número de leitores caiu 9,1% no país em quatro anos, segundo pesquisa



Número de leitores caiu 9,1% no país em quatro anos, segundo pesquisa
Hábito de ler perde espaço para TV, tempo com amigos e diversão on-line.
Enquanto 24% dos brasileiros têm esse hábito, 85% costumam ver TV.


Dados da edição de 2012 da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, encomendada pela Fundação Pró-Livro e pelo Ibope Inteligência, mostram que os brasileiros estão cada vez mais trocando o hábito de ler jornais, revistas, livros e textos na internet por atividades como ver televisão, assistir a filmes em DVD, reunir-se com amigos e família e navegar na rede de computadores por diversão.

A pesquisa, divulgada nesta quarta-feira (28), revelou uma queda no número de leitores no país: de 95,6 milhões, registrada em 2007, para 88,2 milhões, com dados de 2011. O índice representa uma queda de 9,1% no universo de leitores ao mesmo tempo em que a população cresceu 2,9% neste período.

Foram entrevistadas para a pesquisa 5.012 pessoas em 315 municípios brasileiros entre 11 de junho e 3 de junho de 2011. Os entrevistadores classificam como leitores quem leu pelo menos um livro nos três meses anteriores à pesquisa. O resultado de 88,2 milhões de leitores corresponde a 50% da população total de brasileiros com 5 anos ou mais (178 milhões).

O número de entrevistados que afirmaram aos pesquisadores cultivar o hábito de ler durante o tempo livre caiu 8 pontos percentuais entre 2007 e 2011, de 36% para 24%.

No mesmo período, porém, a porcentagem de quem costuma ver televisão nas horas de lazer subiu de 77% para 85%. Vídeos e DVDs agora ocupam 38% das pessoas ociosas, contra 29% há quatro anos, e o hábito de navegar pela internet (mas sem de fato ler textos por prazer ou para se informar) aumentou de 18% para 24%. As reuniões com parentes e amigos também cresceu, de 31% para 44%. Os entrevistados puderam escolher mais de uma opção.

A ministra da Cultura, Ana Holanda, disse, após o lançamento da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, que é preciso incentivar a leitura nos jovens. "Trabalhando com o jovem, a gente forma o leitor para a vida toda", afirmou. Para a ministra, é preciso afastar o jovem da ideia da leitura como uma obrigação escolar. "É preciso mostrar o livro não como uma obrigação escolar, mas como uma forma de ele conhecer dimensões que estão além dele, outras vias, outras realidades", declarou.

De acordo com o diretor do Ibope Inteligência, Hélio Gastaldi, o aumento da expectativa de vida e a redução da concentração de brasileiros em idade escolar é um dos fatores causadores da diminuição de leitores. Além disso, Gastaldi afirmou que a leitura está mais pulverizada em diversos meios.

A presidente do Instituto Pró-Livro, Karine Pansa, acredita que ainda levará tempo para que o Brasil alcance níveis de leitura considerados ideais."A gente olha para países com índice de oito livros por ano. São países europeus. Isso é um futuro longo e a gente vai ter que batalhar muito por isso", disse.

Karina disse que é necessário que os professores incentivem o hábito da leitura nos alunos, já que a pesquisa os aponta como as pessoas que mais influenciam os indivíduos na hora de ler."Se você ver o prazer que o seu professor tem pela leitura, você vai se perguntar o porquê. E vai, no mínimo, ter essa inquietude de querer saber por que ele gosta tanto daquele livro", afirmou.

Perfil
Atualmente, as mulheres são maioria entre as pessoas com o hábito de ler pelo menos um livro a cada três meses (57%), e as faixas etárias que mais reúnem pessoas com o hábito de ler são entre 30 e 39 anos (16% do total), entre 5 e 10 anos (14%) e entre 18 e 24 anos (14%).

A queda do número de leitores foi apontada em todas as regiões brasileiras, com exceção do Nordeste, que ganhou um milhão de leitores entre 2007 e 2011, e onde a penetração da leitura subiu de 50% para 51%. Hoje, 29% de todos os leitores brasileiros vivem nesses estados, contra 25% em 2007. Por outro lado, no Sudeste, a penetração caiu de 59% para 50% do total da população e hoje responde por 43% do total de leitores, dois pontos percentuais a menos que na última edição da pesquisa. Nas regiões Norte, Centro-Oeste e Sul vivem 8%, 8% e 13% dos leitores brasileiros, respectivamente.

Os leitores brasileiros leram em média 1,85 livro nos três meses anteriores à pesquisa, número menor que a média de 2007 (2,4).

Os textos escolares são lidos com maior frequência: 44% dos leitores que leem esse tipo de texto o fazem todos os dias, e outros 44% afirmaram que leem textos escolares de vez em quando. O livro no formato tradicional vem perdendo espaço para os outros suportes. Os leitores de textos na internet afirmaram que têm o hábito de usar esse suporte com frequência: 38% o fazem todos os dias e 42% de vez em quando. Por outro lado, quase metade dos leitores (46%) que afirmaram ler livros em geral (ou seja, os que não são indicados pela escola, nem são jornais ou revistas) admitiram que cultivam esse hábito apenas uma vez por mês. Apenas 21% dessa faixa de entrevistados disse que lê livros em geral diariamente.

Ainda que o resultado da pesquisa mostra o enfraquecimento do hábito de leitura no país, os brasileiros se mostraram mais otimistas: 49% deles afirmou que atualmente lê mais do que no passado, e 28% admitiu que vem perdendo este costume. Outros 20% disseram que não aumentaram nem diminuíram o hobby de ler livros, jornais, revistas ou textos na internet.