terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Esportes - Tênis mundial


Campeão em Melbourne, Djokovic ameaça Federer; Bellucci sai do top 30
Isolado na liderança, Rafael Nadal abre mais 1.280 pontos em relação ao suíço

A meta, ele garante, é chegar ao topo. Com o título no Australian Open, Novak Djokovic deu um grande passo para isso. Com o resultado, o sérvio manteve a terceira colocação no ranking da ATP, mas diminuiu a diferença para o segundo colocado, o suíço Roger Federer, para apenas 85 pontos.

Já Rafael Nadal segue soberano na liderança. O espanhol, que caiu em Melbourne para David Ferrer, ampliou a vantagem sobre Federer para 4.435 pontos, 1.280 a mais do que na última lista divulgada pela ATP, antes do Grand Slam. Vice em Melbourne, o escocês Andy Murray manteve a quinta colocação, atrás de Robin Soderling.

O top 10 teve outras duas alterações. O espanhol David Ferrer superou o tcheco Tomas Berdych e assumiu a quinta colocação. O austríaco Jurgen Melzer, por sua vez, tomou o décimo lugar do russo Mikhail Youzhny, que caiu uma posição.

Quem também não se deu bem na lista desta semana foi o brasileiro Thomaz Bellucci. Eliminado na segunda rodada pelo veterano tcheco Jan Hernych, o paulista saiu do top 30 e agora é o 31º na lista.

Confira a lista desta semana:
1 Rafael Nadal (ESP) 12,390
2 Roger Federer (SUI) 7,965
3 Novak Djokovic (SER) 7,880
4 Robin Soderling (SUE) 5,955
5 Andy Murray (ESC) 5,760
6 David Ferrer (ESP) 4,570
7 Tomas Berdych (RTC) 4,270
8 Andy Roddick (EUA) 3,385
9 Fernando Verdasco (ESP) 3,240
10 Jurgen Melzer (AUT) 2,955
31º Thomaz Bellucci (BRA) 1.355
91º Marcos Daniel (BRA) 564

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Educação - Pós-graduação no Brasil cresce e melhora em qualidade


Pós-graduação no Brasil cresce e melhora em qualidade
CRISTIANE CAPUCHINHO
DE SÃO PAULO


Cursos de mestrado (acadêmico e profissional) e de doutorado de todo o país receberam, em dezembro de 2010, suas notas finais após a quarta edição da avaliação trienal da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior).

O panorama foi positivo. Foram avaliados 2.718 programas --20% a mais do que na avaliação passada--, e a qualidade deles melhorou. A maior parte (33,9%) obteve nota 4 em uma escala que vai de 1 (pior) a 7 (melhor).

O crescimento dos considerados excelentes e com qualidade de nível internacional, que recebem nota 6 ou 7, foi de 35,4% (são 321 no total).

Também houve mais descredenciamentos (notas 1 e 2). Foram 61 programas, 2,2% do total. Na anterior, somavam 1,7%. A reprovação cresceu mais entre os mestrados profissionais --7% de 243 programas, contra os 3,8% da avaliação anterior.

"Os cursos com excelência estão em instituições consolidadas, que pesquisam e são reconhecidas há muito tempo", afirma Jorge Guimarães, presidente da Capes.

"Entre os descredenciados, há os que foram prematuramente credenciados, os que não receberam atenção devida e os que perderam parte dos docentes."

Para acompanhar o crescimento dos cursos e consolidar os abertos recentemente, o processo de análise deve mudar. Os que têm o conceito máximo em avaliações seguidas devem ser analisados em intervalos maiores.

Já os que tiram 3 seguidamente podem ter exames mais frequentes. "O acompanhamento deve ser menos gerencial e mais pedagógico, com visitas e aconselhamento estratégico para melhorar", explica Guimarães.

NOVAS REGRAS
A pós cresce, mas o número de pesquisadores na ativa é reduzido em relação a países em desenvolvimento, segundo levantamento de Carlos Henrique Brito Cruz, diretor científico da Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo).

Em 2008, havia 1,3 pesquisador para cada mil trabalhadores no Brasil, enquanto na Argentina essa proporção é de 2 para cada mil e, na Coreia do Sul, de 9,7 para cada mil, segundo o Ministério da Ciência e Tecnologia.

"Um dos gargalos é o valor da bolsa, que não é compatível com o mercado. A portaria que permite trabalhar e pesquisar simultaneamente é um passo importante em áreas aquecidas", opina a professora Denise Bomtempo Birche, da UnB (Universidade de Brasília).

Leia mais no caderno especial de pós-graduação publicado na edição deste domingo da Folha.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/saber/865727-pos-graduacao-no-brasil-cresce-e-melhora-em-qualidade.shtml

Saúde - Vacina contra cólera é útil após início da epidemia, dizem estudos

Vacina contra cólera é útil após início da epidemia, dizem estudos
Duas pesquisas mostram eficiência da imunização em casos antigos.
Bactéria 'Vibrio cholerae' sofreu muitas mutações nos últimos anos.
Da France Presse

Uma vacinação contra o cólera durante uma epidemia como a do Haiti pode limitar sua propagação e permitir combater melhor uma bactéria que, após várias mutações recentes, voltou mais virulenta, segundo duas pesquisas publicadas nos Estados Unidos.

Um estudo conduzido no Vietnã durante uma importante epidemia de cólera em Hanoi mostra que a administração de uma ou duas doses de vacina oral proporciona 76% de proteção eficaz, constataram Dang Duc Anh e Anna Lena López, do Instituto Internacional de Vacinas (IVI) em Seul, na Coreia do Sul.

Ambos são os autores de um estudo divulgado em uma publicação da Public Library of Science (PLoS), datada em 25 de janeiro.

A segunda pesquisa, conduzida por Rita Reyburn, do IVI de Stonetown em Zanzibar (Tanzânia), estabeleceu um modelo dos efeitos de uma vacinação contra o cólera durante várias epidemias recentes no mundo.

Sua equipe provou os efeitos de uma vacinação sobre 50 a 75% da população dez semanas após o início de uma epidemia, com uma segunda dose 33 semanas depois. Em todos os casos, os médicos constataram efeitos positivos.

Autor de editorial que acompanha os dois estudos, Edward Ryan, do Hospital Geral de Massachusetts e da Universidade de Harvard, destacou "a importância" dos resultados obtidos frente à ineficácia dos esforços internacionais na luta contra o cólera, cujas últimas epidemias foram registradas no Haiti, Paquistão, Zimbábue, Nigéria, Angola e Vietnã.

Ryan também destaca que estas epidemias são cada vez mais frequentes e severas, e explica no editorial que a bactéria Vibrio cholerae, responsável pelo cólera, teve muitas mutações nos últimos anos.

Estas novas características da bactéria conduzem a comunidade médica e os responsáveis pela saúde pública a revisar o possível papel de uma vacina para ajudar a controlar as epidemias.

A epidemia de cólera no Haiti deixou desde meados de outubro cerca de 4 mil mortos. A doença manifesta-se com diarreia intensa, vômitos e náuseas que provocam grave desidratação.

sábado, 29 de janeiro de 2011

Meio ambiente - As dez florestas mais ameaçadas do mundo

As dez florestas mais ameaçadas do mundo
Por Isis Nóbile Diniz, da Redação Yahoo! Brasil

A ONU anunciou nesta segunda-feira (24) 2011 como o Ano Internacional das Florestas. O objetivo das Nações Unidas é, claro, chamar a atenção para a preservação ambiental, mas também incentivar a reflexão sobre o uso das florestas e a relação que o homem estabelece com as matas. Mas quais são as florestas do mundo que merecem mais vigilância, que correm maior risco de desaparecer dos mapas captados por satélites?


São elas as florestas em risco crítico: Bacia do Mediterrâneo, Sul da Europa, Norte da África, Oeste da Ásia (a mais ameaçada, com 5% da sua cobertura original preservada); Indo-Birmânia (nos países asiáticos Mianmar, Cambodia, Laos, Tailândia e Vietnã, com 5% da vegetação natural); Nova Zelândia (também 5%); Sunda (Indonésia, Malásia, e Brunei, com 7%); Filipinas (7%); Mata Atlântica (no Brasil, com 8%); Montanhas do Centro-Sul da China (8%); Província Florística da Califórnia, nos Estados Unidos (10%); Florestas de Afromontane (em Moçambique, Tanzânia, Quênia e Somália, com 10%); Madagascar e Ilhas do Oceano Índico (Madagastar, Seichelles, Ilhas Maurício, União das Comores e Reunião, 10%).


A lista, que considera a maior perda proporcional do habitat natural de cada floresta, é da organização não-governamental Conservação Internacional (CI). Dessas áreas, já foram devastadas 90% ou mais da vegetação original. Por isso, elas são consideradas "hotspots" - os locais mais ricos em biodiversidade e, ao mesmo tempo, mais ameaçados do mundo.


Atualmente, a CI considera que existem 35 "hotspots" em todo o planeta. As dez áreas citadas encabeçam o ranking da degradação mundial. Cada floresta da lista abriga ao menos 1.500 espécies de plantas endêmicas. Com a perda das florestas, essas espécies desaparecerão. Segundo a CI, a Mata Atlântica, por exemplo, possui 8 mil plantas, 323 anfíbios e 48 mamíferos endêmicos.


Origem do desmatamento
Segundo Matt Foster, diretor da Divisão de Ciência e Conhecimento da CI, a maior ameaça das florestas é o uso da terra para a agricultura, industrialização e urbanização. Estevão Braga, engenheiro florestal da ONG WWF-Brasil, explica que, no Brasil, o processo de desmatamento é lento. "Desmatar é muito caro. Então, a retirada de madeira - além de financiar o desmatamento do local - é uma maneira de começar a transformar a área em pastagem que depois servirá à agricultura", conta o engenheiro.


Um problema que escapa aos satélites é que o desmatamento no Brasil é feito em pequena escala, em áreas próximas, até elas se unirem. "Muitas vezes, o gado é colocado embaixo de árvores altas para despistar os satélites que acabam, assim, registrando um certo nível de cobertura vegetal", revela Braga. Segundo o engenheiro, hoje no Acre (onde está localizada a Amazônia), há três vezes mais gados do que pessoas.


Salvar para todos viverem
Foster conta que é importante proteger as florestas porque elas proporcionam inúmeros benefícios, inclusive, econômicos. "Muitas delas ajudam a evitar a erosão e aumentam a absorção de água da chuva, o que é fundamental na manutenção das águas subterrâneas de uso doméstico", afirma. "O desmatamento também tende a aumentar o depósito de sedimentos em água doce de córregos e de rios, fazendo com que as populações de peixes diminuam. Além disso, a maioria dos benefícios econômicos resultantes do desmatamento é ganho de curto prazo (como, por exemplo, a venda de madeira). A longo prazo, essas terras podem ser tornar improdutivas", explica o ambientalista.


Além disso, a preservação dessas áreas ajudam a atenuar os efeitos das mudanças climáticas. "Elas absorvem o dióxido de carbono da atmosfera, sendo grandes depósitos de carbono", explica. Desse modo, quando desmatadas, liberam quantidades enormes de dióxido de carbono na atmosfera aumentando o efeito do aquecimento global.


Os entrevistados acreditam que é possível preservar as florestas como, por exemplo, compensando financeiramento os "guardiões das florestas" como os índios e populações que dependem diretamente dela e incentivando o pequeno produtor a recuperar sua área. "Além disso, as pessoas devem saber o que estão consumindo. A carne que está embalada é proveniente de algum lugar - no Acre, região da Amazônia, por exemplo, há três vezes mais gado do que pessoas. Qualquer consumo impacta o meio ambiente", alerta Braga.


Há o lado positivo na história. O engenheiro disse que basta parar de desmatar e degradar para que a floresta, como a Mata Atlântica, sozinha possa aumentar aos poucos. "A tendência das florestas é de se recuperar, mas, para isso, é necessário uma política de combate ao desmatamento", afirma Braga.


Ano Internacional das Florestas
O lançamento do Ano Internacional das Florestas acontece em em Nova York, nos Estados Unidos, com eventos como palestras até o dia 4 de fevereiro. O Brasil prevê organizar um congresso internacional sobre as cidades e as florestas em Manaus, mas não há uma data definida.

Fonte: http://br.noticias.yahoo.com/s/24012011/48/manchetes-dez-florestas-ameacadas-mundo.html

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Artes - Desenrola


DESENROLA

Um filme agradável, respeitando o adolescente ao tratar de temas pertinentes a ele em seu próprio linguajar. Divertido. Está em cartaz em todos os cinemas do Brasil.

Priscila (Olívia Torres) é uma típica adolescente de 16 anos: romântica, insegura e só pensa em quando, como e com quem será a sua primeira vez. Porém, quando sua mãe (Claudia Ohana) viaja a trabalho e ela fica sozinha em casa, a garota passa por diversas experiências inéditas. Ela se apaixona pelo bonitão Rafa (Kayky Brito), leva um fora, paga o maior mico e, finalmente, perde a virgindade.

Em meio a uma confusão de hormônios, sentimentos e expectativas, Priscila conta com a cumplicidade de seu melhor amigo, Caco (Daniel Passi), enquanto descobre que nada é exatamente como ela pensava. Afinal, o garoto perfeito nem é tudo aquilo, a garota mais cobiçada é superinsegura e o carinha estúpido do colégio pode até ser um pouco romântico.

Com a proposta de falar diretamente com o público adolescente, utilizando uma linguagem descontraída, desencanada e leve, Desenrola marca a estreia do elenco principal em um longa-metragem. A assinatura da obra fica por conta de Rosane Svartman - diretora de Mais Uma Vez Amor e Como Ser Solteiro.

Título original: (Desenrola)
Lançamento: 2011 (Brasil)
Direção:Rosane Svartman
Atores:Olivia Torres, Lucas Salles, Vitor Thiré, Daniel Passi.
Duração: 88 min
Gênero: Comédia Romântica
Status: Em cartaz

Fonte: http://www.guiadasemana.com.br/Campinas/Cinema/Filme/Desenrola.aspx?id=3338

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Economia - 62% das indústrias da região serrana do Rio foram afetadas pelas chuvas, diz pesquisa


62% das indústrias da região serrana do Rio foram afetadas pelas chuvas, diz pesquisa
Da Redação

As chuvas que assolam a região serrana do Rio de Janeiro já trazem consequências graves para a economia local. Segundo uma pesquisa realizada pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), 62,2% das empresas da região foram afetadas de alguma forma pelas chuvas.

O prejuízo passa dos R$ 153,4 milhões, entre perdas de produção, matéria-prima e estoques de produtos acabados. O tempo médio estimado para o retorno às atividades, segundo os empresários, é de 27 dias.

A cidade mais atingida foi Nova Friburgo, onde 79,8% das empresas sofreram algum impacto. Em Teresópolis, foram 68,8%. Petrópolis foi a menos afetada, com 30,7% da sempresas afetadas. Entre os principais problemas enfrentados pelas empresas da região estão: falta de energia elétrica (83,2%); problema nas linhas telefônicas (73,4%); falta de funcionários (67,6%); alagamentos no entorno da empresa (38,2%); e inundações dentro da própria empresa (21,4%). Das 278 empresas que participaram da pesquisa, 272 são indústrias de transformação e seis da construção civil. A margem de erro é de 5,3%.

Fonte: http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/redacao/2011/01/18/62-das-industrias-da-regiao-serrana-do-rio-foram-afetadas-pelas-chuvas-diz-pesquisa.jhtm

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Tecnologia - Indústria lança nova arma contra a pirataria


Indústria lança nova arma contra a pirataria
Por Julio Cohen, direto de Las Vegas.

Estúdios de cinema, fabricantes de equipamentos, provedores de internet, produtoras de vídeo e revendedores: representantes de todos esses segmentos, ou seja, toda a indústria de eletrônicos de consumo se uniu para anunciar, na CES 2011, um novo método para controle da pirataria. Oficialmente chamado UltraViolet (UV), trata-se de mais um código que iria identificar os aparelhos e os conteúdos, bloqueando cópias não autorizadas.

Previsto para lançamento em meados deste ano, o padrão UV seria adotado em todos os filmes, séries de TV e demais conteúdos distribuídos em qualquer formato doméstico, incluindo discos digitais (DVD, Blu-ray etc.), dowloads e transmissões de TV aberta ou fechada. No caso dos downloads, por exemplo, o consumidor seria autorizado a baixar o arquivo e reproduzi-lo em até doze aparelhos diferentes, além de compartilhar com até seis outras pessoas. Para isso, precisaria registrar o material numa conta UV a ser disponibilizada na internet.

A idéia é desenvolvida pela empresa americana Neustar - É identificar todos os produtos com o logotipo UV (foto), inclusive os sites autorizados a comercializá-los, e ao mesmo tempo promover uma campanha mundial para alertar o público sobre a necessidade de seguir a nova norma. O projeto foi apresentado aqui em Las Vegas pela Digital Entertainment Content Ecosystem (DECE), entidade formada pelas empresas para coordenar esse esforço anti-pirataria. Vamos tentar de novo, prometeu Mitch Singer, diretor da Sony Pictures e presidente da DECE. Outros setores como os de cartões de crédito, também tiveram que se adaptar a essa realidade. Esperamos que o consumidor entenda a nossa intenção e apoie a iniciativa.

Singer admitiu que o principal motivo a continua queda nas vendas de conteúdos. Pelos dados da DECE, relativos somente ao mercado americano (o maior do mundo), em 2010 o faturamento com venda e locação de filmes, shows e séries de TV diminuiu 3%, apesar do crescimento de 53% com o Blu-ray e de 19% com downloads e streamings autorizados. O problema � que o DVD, que responde por mais de 80% do mercado, teve queda de 11%.

http://forum.jogos.uol.com.br/industria-lanca-nova-arma-contra-a-pirataria_t_1267759