segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Política - PV e Marina ficam neutros no 2º turno e não apoiam nem Dilma nem Serra


PV e Marina ficam neutros no 2º turno e não apoiam nem Dilma nem Serra

O PV e a candidata derrotada do partido à Presidência da República, Marina Silva, declararam neste domingo (17) sua posição de neutralidade no segundo turno. Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB) não receberão apoio do partido nem da ex-ministra do Meio Ambiente, que classificou o posicionamento de "independente".

A decisão foi anunciada em convenção nacional da sigla realizada na manhã de hoje na capital paulista. Marina leu um carta aberta aos candidatos na qual criticou a "dualidade histórica" entre PT e PSDB. Além da senadora, participaram o presidente da sigla, José Luiz Penna, o vice, Alfredo Sirkis, dentre outras inúmeras lideranças verdes que discursaram ao longo do encontro.

Após a leitura do documento, a posição de Marina e da legenda foi respaldada por 88 das 92 pessoas com direito a voto - entre membros da executiva nacional e integrantes de uma comissão composta por pessoas indicadas tanto pela sigla quanto pela presidenciável.

Apesar da decisão, os filiados ao PV estão liberados para declarar apoio ao candidatos de sua preferência inclusive nos Estados. No entanto, o símbolo do partido não pode ser usado em atos de nenhum candidato. Nenhum dirigente poderá falar em nome do partido, apenas como cidadão.

Tucanos e petistas tentaram obter o apoio explícito do partido, mas, na prática, o PV ficou rachado. Estrela do PV, o ex-ministro Gilberto Gil vai votar em Dilma. Outro destaque verde, o deputado federal Fernando Gabeira (PV), candidato derrotado ao governo do Rio, anunciou apoio a Serra. O próprio presidente do PV, José Luiz Penna, havia anunciado antes seu voto no tucano.


"Questões programáticas"

Depois de obter quase 20% dos votos válidos no primeiro turno, a ex-ministra do Meio Ambiente iniciou uma maratona de entrevistas, debates e seminários, defendendo que o apoio fosse concedido com base em "questões programáticas", o que motivou a legenda a apresentar, no último dia 8, um documento para servir de base para conversas com os candidatos.

Intitulado “Agenda por um Brasil Justo e Sustentável”, o programa continha propostas abordando dez temas distintos, da transparência nos gastos públicos à reforma política e ao aumento do investimento na educação, sem esquecer do meio ambiente. A resposta veio menos de uma semana depois.

Na quinta (14), Dilma enviou diretamente a Marina uma carta em que diz que o diálogo com a senadora "tem um significado futuro. Envolve as condições de governabilidade do país". Coordenador nacional da campanha de Serra, Sérgio Guerra enviou na noite de sexta (15) uma carta para o presidente nacional do PV constatando a "grande convergência entre entre o programa de governo do partido e as propostas do PV".

“Não existe uma garantia a priori do que vai ser feito por alguém que chegar ao governo”, afirmou Marina na semana passada, ao comentar sobre a possibilidade de aplicação do programa por quem suceder o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ela é crítica da troca de cargos por apoio político, à qual chama de "velha política".

Ainda assim, o vice-presidente do PV, Alfredo Sirkis, reconheceu as dificuldades em abandonar a prática. “Não que todo mundo do PV tenha essa visão [programática]. Mas hoje ela é, sem dúvida, hegemônica”, afirmou o dirigente na ocasião em que o documento foi lançado.

Fonte: http://eleicoes.uol.com.br/2010/ultimas-noticias/2010/10/17/pv-e-marina-ficam-neutros-e-nao-apoiam-nem-dilma-nem-serra.jhtm

sábado, 16 de outubro de 2010

Saúde - A força do cigarro no organismo

A força do cigarro no organismo

Por longos e longos anos as pessoas foram ensinadas que o cigarro somente provocaria reações no organismo após um grande período de uso, porém estudos recentes desmentem tais ensinamentos e assustadoramente mostram a real força do cigarro no organismo. Este, composto por tabaco seco enrolado por um fino papel que se queima após ser aceso, provoca rápidas reações no corpo do homem.

Segundo estudiosos, cerca de 10% dos fumantes que colocam o primeiro cigarro na boca já apresentam reações significativas no organismo que provocam a dependência por um período de até dois dias depois, idéia que se aplicava somente aos fumantes de longa data. O curioso é que um cigarro consegue suprir, em fumantes iniciantes, a necessidade do organismo em relação à droga por até uma semana, o que não acontece com fumantes de longa data.

Intrigantemente, a nicotina presente em um só cigarro consegue aumentar a produção de hormônios receptores no lobo frontal do cérebro, no hipocampo e no cerebelo que envolve a memória a longo prazo. Dessa forma, dois dias após ter fumado um único cigarro um indivíduo passa a ter necessidades da droga no organismo. A manifestação da dependência à droga ocorre por causa das adaptações que o organismo faz para recebê-la na busca por manter seu equilíbrio químico e funcional.

Com o decorrer do tempo, as pessoas tendem a necessitar de um novo cigarro em um curto período, ou seja, em um prazo de duas horas o organismo já deixa o indivíduo inquieto, irritado e ansioso fazendo com que busque a calmaria no cigarro.

Deixar de fumar não é fácil. Segundo pesquisas, somente 3% dos fumantes conseguem abandonar o vício e o restante pode até conseguir parar durante um período, mas após esse volta a fumar. Acredita-se que a melhor forma para abandonar o vício é deixá-lo de uma só vez e não gradualmente como muitos fazem.

http://www.brasilescola.com/drogas/a-forca-cigarro-no-organismo.htm

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Política - Na TV, Serra diz ser "contra privatizações do PT"; Dilma exibe ataques a rival em debate


Na TV, Serra diz ser "contra privatizações do PT"; Dilma exibe ataques a rival em debate

O candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra, aproveitou o horário eleitoral da noite desta segunda-feira (11) para se defender das críticas de sua rival, a petista Dilma Rousseff, às privatizações promovidas pelo governo do ex-presidente tucano Fernando Henrique Cardoso.

"Serra é contra as privatizações do PT", afirmou a narração da peça, que veiculou imagens do debate entre os presidenciáveis promovido no domingo (10) pela TV Bandeirantes.

"O governo aumentou a participação do capital privado no Banco do Brasil", acusou o ex-governador de São Paulo. "Eu não vou fazer privatização nenhuma. Eu vou fortalecer a Petrobras", disse. Ao se antecipar às acusações, a fala de Serra tenta "vacinar" o candidato contra a estratégia petista de associar às gestões tucanas ao tema das privatizações.

Em 2006, quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disputou a reeleição ao Palácio do Planalto contra Geraldo Alckmin (PSDB), a associação deu certo e fez com que o tucano terminasse o segundo turno com menos votos do que no primeiro.

Além disso, a propaganda afirmou que o presidenciável foi "sempre sereno" no debate. "Mais preparo, mais equilíbrio, melhores propostas", afirmou a narração, que qualificou a atuação de Dilma no encontro de "nervosa e agressiva". "Dilma deixou perguntas sem resposta, e atacou até a mulher do Serra".

Em seu programa, a candidata do PT também exibiu imagens do debate, como já havia feito na tarde desta segunda. “Você diz que vai continuar programas do governo Lula. Já vi você falar muito mal do “Minha casa, Minha vida. Queria saber qual a garantia temos de que você vai fazer isso [continuar os programas]”, afirmou.

A peça ainda mostrou a ex-ministra da Casa Civil questionando Serra sobre uma eventual privatização da operação do pré-sal (extração de petróleo no mar em grande profundidade), afirmando que, se eleito, o adversário fará com que "o pré-sal seja repassado para as empresas privadas internacionais".

Fonte: http://eleicoes.uol.com.br/2010/ultimas-noticias/2010/10/11/na-tv-serra-diz-ser-contra-privatizacoes-do-pt-dilma-exibe-ataques-a-rival-em-debate.jhtm

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Economia - Preço do carro zero registra a maior queda desde o auge da crise


Preço do carro zero registra a maior queda desde o auge da crise

SÃO PAULO – No mês de setembro, os preços do automóvel zero quilômetro ficaram 0,96% mais baratos em relação a agosto, segundo a agência AutoInforme. Esta foi a maior queda desde dezembro de 2008, quando os impactos da crise econômica internacional eram fortes no país.

Ainda conforme a agência, os preços de janeiro a setembro registraram aumento de 1,72%. A tendência para os próximos meses ainda é de queda.
Motivos
De acordo com pesquisa da Agência AutoInforme, realizada com base na cotação da Molicar, são muitos os fatores que interferem nos preços dos veículos novos, como o fato de as concessionárias estarem com os estoques abastecidos e, por isso, realizarem promoções constantes.

A proximidade do Salão do Automóvel também influenciou na queda. Segundo a agência, os consumidores estão esperando para conferir as novidades antes de comprar um novo carro.
A queda do dólar em relação ao real também impacta nos preços, não só porque provoca a queda dos preços dos importados, mas porque influencia o mercado nacional, que depende em grande parte de componentes importados.
Marcas
Considerando as marcas, a Suzuki foi a que registrou o maior aumento em setembro, frente a agosto, de 1,93%. Já a Fiat (-2,30%), Ford (-1,90%), Volvo (-1,61%) e Peugeot (-1,24%) apresentaram quedas acima da média.

Na tabela a seguir, é possível verificar as cinco maiores elevações e as cinco maiores quedas dos preços de algumas marcas em setembro, em relação a agosto:
Evolução do preço do carro
Marca Setembro de 2010
Suzuki 1,93%
Dodge 1,88%
Lexus 1,45%
Chrysler 1,01%
Subaru 0,89%
Hyundai -0,94%
Peugeot -1,24%
Volvo -1,61%
Ford -1,90%
Fiat -2,30%

fonte : http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/infomoney/2010/10/08/preco-do-carro-zero-registra-a-maior-queda-desde-o-auge-da-crise-de-096.jhtm

sábado, 9 de outubro de 2010

Saúde - Na Inglaterra, irmãs negras têm, cada uma, filhos branco e negro


Na Inglaterra, irmãs negras têm, cada uma, filhos branco e negro
Especialista brasileiro afirma que caso demonstra complexidade da genética.
Cor da pele é resultante da ação de mais de 50 genes, diz Salmo Raskin.

Sonia é mãe do garoto Cameron, negro, e Kyle, loiro. Sharon é mãe da menina Kayleigh, loira, e de Paige, negra. Sonia e Sharon são irmãs, ambas negras, e vivem em Birmingham, cidade a noroeste de Londres, Inglaterra. O caso curioso é notícia no site do jornal britânico “Daily Mail”.

Hoje se sabe que a genética da cor da pele é muito mais complexa do que se imaginava no passado, muito mais complicada do que aprendíamos no colégio" diz Salmo Raskin, membro da Sociedade Brasileira de Genética.

Sonia é casada com Phillip Bradley, um branco de 42 anos de idade. Sharon é casada com Malcolm Holloway, 32, também branco. “Os médicos disseram que isso é muito incomum”, conta Sonia, 40 anos. “As pessoas não percebem que eles são gêmeos em um primeiro momento, mas ainda não sejam idênticos, assim que eu conto que eles são gêmeos, as pessoas percebem similaridades.”

Segundo Sharon, 35 anos, suas filhas às vezes perguntam por que a cor da sua pele é diferente. “Eu digo a elas que Paige parece comigo e Kayleigh é parecido com o pai.”
Essas quatro crianças estão aprendendo desde cedo que as diferenças de cor da pele não
têm a mínima importância" Salmo Raskin

“Hoje se sabe que a genética da cor da pele é muito mais complexa do que se imaginava no passado, do que aprendíamos no colégio”, explica o médico Salmo Raskin, membro da Sociedade Brasileira de Genética. “Ela é determinada pela somatória da ação de mais de 50 genes, alguns deles trazidos de várias gerações passadas.”

Se os pais das crianças fossem negros, a hipótese seria de albinismo. “Ambos os pais teriam de ter predisposição para a variação genética que causa o albinismo”, diz Raskin, o que seria uma coincidência bastante rara.

Ainda segundo o especialista, há um outro aspecto interessante do caso, que vai muito além da ciência médica. “Essas quatro crianças estão aprendendo desde cedo que as diferenças de cor da pele não têm a mínima importância.”

http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2010/10/na-inglaterra-irmas-negras-tem-cada-uma-filhos-branco-e-negro.html

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Política - Favorita Dilma vai ao 2º turno contra Serra no maior teste à popularidade de Lula



Favorita Dilma vai ao 2º turno contra Serra no maior teste à popularidade de Lula

Uma estreante em eleições, que tinha ocupado apenas cargos de coadjuvante, com a pecha de ser excessivamente técnica. Um adversário que participa de votações desde os anos 80, considerado turrão, ex-governador de São Paulo e presidenciável em 2002. A alta popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, batendo nos 80%, tornou essa disputa mais equilibrada. E é disso que depende o resultado final.

Por mais que importe o apoio da terceira colocada, Marina Silva (PV), o que estará em jogo é a capacidade de transferência de votos lulistas para a segunda votação presidencial, em 31 de outubro. Nas pesquisas, Dilma aparece à frente de Serra. Mas nas últimas duas semanas de campanha, a petista caiu nas preferências por conta de escândalos na Casa Civil, que podem afetá-la no noticiário até o fim deste mês.

Serra, por sua vez, terá a chance de ajeitar sua campanha errática no primeiro turno, quando tentou até se associar a Lula no horário eleitoral obrigatório para não perder votos para a preferida do presidente. Depois de uma queda vertiginosa nas pesquisas em agosto, recuperou-se levemente em setembro, mas foi ofuscado pela ascensão da ex-ministra Marina, cujo apoio buscará com insistência.

O embate final entre Dilma e Serra não era desejado por Lula, que se esforçou para tirar o deputado Ciro Gomes (PSB) da disputa para resolver o confronto o quanto antes. Se o eleitorado não deu ao presidente o sabor de dar-lhe sua sucessora na primeira votação, poderá fazê-lo na segunda oportunidade com o reforço de vários governadores, senadores e deputados eleitos com a ajuda do petista.

Sinais de Dilma
Filiada ao PT há menos de uma década, a ex-pedetista Dilma não teve tanto trabalho como o rival Serra para domar os vários interesses de aliados. Mas com mais um mês de campanha, o apoio costuma ficar mais caro para os presidenciáveis, traduzindo-se mais tarde em cargos públicos de prestígio. Nada fácil para uma mulher que aprendeu apenas recentemente a transitar no mundo político.

Até agora, Dilma não precisou de sólidos compromissos de campanha. Bastou mostrar o legado da gestão atual e indicar que pretende seguir o modelo de coalizão adotado pelo petista em seu segundo mandato, sem espaço para extremismos, mas com bastante possibilidade de fisiologismo. Mas, ao contrário de Lula, já poderá fazer campanha dizendo ter maioria na Câmara dos Deputados e no Senado.

José Serra leva eleição para 2º turno
No primeiro turno, Dilma eleita mostrou que aprendeu mais uma lição de seu maior defensor: deixar pelo caminho aliados que se envolvam em práticas suspeitas. Na reta final, sofreu ataques dos adversários por conta de sua ex-braço direito na Casa Civil, Erenice Guerra, demitida do ministério depois que seu filho se envolveu com lobistas. O assunto deve voltar a turbinar o noticiário por conta do mês adicional de disputa.

Serra reconfigurado?
Quando perdeu as eleições que deram o primeiro mandato a Lula, após um tortuoso segundo governo de FHC, Serra também se esforçou para não parecer candidato do governo nem da oposição. Em ambas as disputas presidenciais, manteve a fama de centralizador e impetuoso, organizando a própria agenda sem consultar aliados. No segundo turno, a dúvida de seus aliados é se isso tudo se manterá.

Para desafiar a capacidade de Lula transferir sua popularidade para Dilma, o que fará Serra? Criticar o presidente que já exibiu em sua propaganda na TV e quem já disse estar “acima do bem e do mal”? Reforçar as críticas à adversária agora que terá tempo igual ao dela no horário eleitoral obrigatório? Aparecer com propostas que deixam de cabelo em pé os fãs da ortodoxia fiscal? Todas essas juntas? Só ele próprio sabe.

Além de abalar a base eleitoral da adversária, o tucano também terá o trabalho de reagrupar a oposição, que se dispersou nas últimas semanas de sua campanha. O PTB abandonou sua aliança. Membros do DEM se disseram desprestigiados pelo candidato. E até tucanos declararam apoio a Dilma, em desafio à legislação eleitoral. Ou fizeram corpo mole para levá-lo ao segundo turno, como em Minas Gerais.

O papel de Marina
A cúpula do PV pende para Serra. Mas sua estrela única evita dar pistas sobre se planeja seguir a provável orientação de seu partido, ficar ao lado de seu ex-ídolo Lula ou optar pelo distanciamento. Preocupada em se credenciar como líder oposicionista, dizem seus aliados, Marina não quer ser associada ao pragmatismo da candidatura de Dilma nem à claudicante campanha de Serra à Presidência.

O segundo turno, que ocorrerá em grande parte por causa dela, pode vê-la não decidir por nenhum dos dois finalistas. Ainda assim, saiu triunfante da disputa: quebrou o plebiscito entre PT e PSDB desejado por Lula e será procurada pelos adversários para compor o próximo governo ou, ao menos, criar pontes com ele. Por não depender do presidente, ajudará a demonstrar a capacidade que ele tem de influir seus eleitores.

O resultado, em 31 de outubro, mostrará se o lulismo é um fenômeno que pode sobreviver a Lula ou se morrerá antes mesmo de seu criador deixar o cargo.

Fonte: http://eleicoes.uol.com.br/2010/ultimas-noticias/2010/10/03/favorita-dilma-vai-ao-2-turno-contra-serra-no-maior-teste-a-popularidade-de-lula.jhtm

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Artes - Novos livros de Harry Potter


J.K. Rowling não descarta 'oitavo, nono ou décimo' livro de Harry Potter
Afirmação foi feita em entrevista à Oprah que vai ao ar nesta sexta nos EUA.
Ainda assim, autora sustenta que não tem planos ainda de voltar à saga.


A escritora J.K. Rowling declarou à apresentadora de TV norte-american Oprah Winfrey que não descartar voltar a escrever romances sobre o universo do personagem Harry Potter, informa o site da revista "People".

"Eu poderia certamente escrever um oitavo, nono ou décimo [livro]", disse a escritora em entrevista gravada que irá ao ar nesta sexta-feira (1º). "Eu não vou dizer que não vou [escrever um próximo livro]. Não acho que vá - sinto que está resolvido, mas nunca se sabe", despistou.

Na entrevista, gravada em Edinburgo, Rowling comenta que teve um sentimento de "luto" ao terminar o último livro da série, "Harry Potter e as relíquias da morte", lançado em 2007.

O título vendeu 11 milhões de exemplares nas suas primeiras 24 horas apenas na Grã-Bretanha e nos EUA. A adaptação para o cinema de "Relíquias da Morte" já foi filmada e a primeira parte deve ser lançada em novembro deste ano.

Na entrevista à Oprah, Rowling também afirmou que não está aposentada e que pretende escrever novas histórias. "Eu fiz [a saga Potter]. Tenho muito orgulho de ter feito, mas esta é uma nova fase."

Considerada pela revista "Forbes" como a mulher mais rica da Grã-Bretanha, a escritora vendeu mais de 400 milhões de cópias em todo o mundo dos livros da série Harry Potter. Segundo ela, a fama trouxe muita pressão, incluindo paparazzi e repórteres fuçando o lixo de sua casa.

"Era como ser um dos Beatles", comparou.

http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2010/10/jk-rowling-nao-descarta-oitavo-nono-ou-decimo-livro-de-harry-potter.html