segunda-feira, 12 de abril de 2010

Economia - Inovações na Vale


Vale investe em inovações para a área de logística

Operar ferrovia na Vale não é mais uma operação tão árdua como no passado. Depois de muita pesquisa e investimentos, a empresa conseguiu tirar os maquinistas de dentro dos trens e, assim como acontece com os pilotos de avião, treiná-los em um simulador tridimensional. A tecnologia é mais segura e economiza tempo e dinheiro, segundo o diretor de Operações Logísticas, Humberto Freitas. Todos os 540 maquinistas da Vale serão treinados no novo equipamento. Na frente da tela, ele enfrentará situações como a de chuva forte, animais na pista e subidas acentuadas. "O minério é uma commodity com valor agregado muito baixo. Precisamos buscar eficiência o tempo todo, principalmente nos detalhes", explica Freitas.

De acordo com Gustavo Mucci, gerente de Inovação e Desenvolvimento Ferroviário, a principal diferença no simulador é a tecnologia, toda personalizada - tem os vários traçados usados pela Vale, maior operadora de ferrovias do País. O projeto foi desenvolvido em parceria com a Universidade de São Paulo (USP).

No momento, a Vale está com outras duas novidades tecnológicas em logística, num investimento total de R$ 60 milhões. Uma delas é a locomotiva "helper", como é chamada, que ajuda o trem nos trechos de subida. O equipamento é engatado no trem ainda em movimento e ajuda na economia de combustível, na redução de poluentes e do tempo de viagem. Por enquanto, a helper é usada no trecho da Ferrovia de Carajás, no Norte do País. Na ferrovia, de 892 quilômetros, por onde passam 330 vagões (o maior trem do mundo), há 140 quilômetros de rampas.

Para enfrentar esses trechos de subida, além de o maquinista reduzir a velocidade, é preciso esperar para que uma locomotiva, estacionada no local, reforce a tração na subida. Agora, com o novo equipamento, a economia é de 35 minutos em toda a operação, porque não é mais preciso parar o trem. "A eficiência energética é o principal diferencial. A economia de diesel é de 5%. Só em Carajás usamos 150 milhões de litros por ano, ou seja, deixaremos de usar anualmente 7,5 milhões de litros a partir de agora", explica o gerente. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

domingo, 11 de abril de 2010

Tecnologia - Oi apresenta banda larga


Oi apresenta ao governo banda larga com preços que variam de R$ 15 a R$ 35

Valores do serviço de internet rápida permitiriam acesso das classes C e D.
Reunião sobre Plano Nacional de Banda Larga aconteceu nesta sexta (9).
Da Agência Estado

A Oi apresentou nesta sexta-feira (9) ao governo um plano de expansão da banda larga no país em que a empresa ofereceria serviços de internet rápida a preços que podem variar de R$ 15 a R$ 35. Esses valores são os mesmos que estão sendo trabalhados pelo governo nos cenários elaborados para o Plano Nacional de Banda Larga e que seriam viáveis para garantir o acesso das classes C e D aos serviços.

“Acho que é um passo importante, espero que outras companhias façam um movimento similar"

A proposta da Oi foi apresentada em reunião, que durou toda a manhã, com o presidente da empresa, Luiz Eduardo Falco, a ministra da Casa Civil, Erenice Guerra, e o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, e vem sendo avaliada com um novo passo para facilitar uma parceria entre governo e iniciativa privada.

Os valores dos serviços, previstos no projeto da Oi, foram informados pelo secretário de Logística e Tecnologia da Informação, Rogério Santanna, que também participou da reunião. Santanna não revelou os investimentos estimados pela Oi, mas disse que a proposta financeira da empresa passa por “possíveis desonerações” e segue um modelo parecido com o programa Luz para Todos, em que o governo subsidia diretamente o usuário, por meio de recursos de fundos setoriais.

“Eu senti que a empresa já não tem uma abordagem que possa colidir diretamente com o plano do governo”, disse Santanna, admitindo a possibilidade de a proposta da Oi integrar uma “operação mais ampla”, incluindo outras operadoras. “Acho que é um passo importante, espero que outras companhias façam um movimento similar”, acrescentou.

O presidente da Oi disse em rápida entrevista, ao sair da reunião, que a empresa é a operadora adequada para fazer a universalização, mas não deu detalhes da proposta. Santanna, que sempre defendeu uma participação maior do Estado no projeto de banda larga, apresentou um discurso mais ameno nesta sexta (9). “Acho que é um plano que merece ser estudado. Evidentemente terá que se entrar na seara de custos e premissas, mas acho que a empresa tenta responder aquilo que nós apresentamos para eles”, afirmou.

Segundo ele, as discussões estão avançando dentro do governo, o que está provocando uma reação das empresas para oferecer alternativas. O secretário disse que ainda faltam detalhes do plano para serem fechados, por isso não houve conclusão na reunião de quinta-feira (8) sobre o assunto, com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Lula teria pedido aos técnicos que detalhassem o programa para o ministro da Fazenda, Guido Mantega, que não participou do encontro de quinta. “Como todo o plano precisa de dinheiro, sendo ele responsável pelo Tesouro Nacional, sua presença é importante”, afirmou.

Investimento estatal
Santanna não quis fazer avaliações sobre a possibilidade de a proposta da Oi reverter a ideia do governo de criar uma estatal para a banda larga, acrescentando que ainda não foi tomada nenhuma decisão sobre quem será a operadora do plano. A hipótese que vinha sendo mais cogitada é a de a Telebrás assumir essas funções.

O secretário confirmou que na reunião de quinta-feira, o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, pediu para que a Oi fosse ouvida. O BNDES tem, junto com fundos de pensão de estatais, 49% da Oi. Apesar dessa participação do governo na empresa, Santanna disse que a Oi é uma operadora privada. “Acho que os bancos estatais emprestaram algum dinheiro, os fundos de pensão investiram, mas ela é uma empresa privada. Agora, certamente, é relevante o fato de ela ser uma empresa de capital brasileiro. Naturalmente temos que considerar esse aspecto”, afirmou.

Outro fator considerado é a cobertura da Oi, que depois de ter adquirido a Brasil Telecom, em 2008, passou a atuar em quase todo o Brasil, à exceção de São Paulo. “A Oi é um ator importante, não resta dúvida de que quem tem a maior cobertura territorial tem que ser ouvida. O governo não pode deixar de ouvir nenhum dos atores”, acrescentou.

http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL1563888-6174,00-OI+APRESENTA+AO+GOVERNO+BAND

sábado, 10 de abril de 2010

Saúde - Cidades fazem mal à saúde

OMS diz que cidades fazem mal à saúde
Organização alerta para riscos de se viver na zona urbana

OMS diz que condições de saúde nas cidades deve se degradar em razão de problemas com infraestrutura e propagação de doenças contagiosas

As zonas urbanas têm um impacto direto, frequentemente negativo, sobre a saúde dos habitantes, mesmo no caso de pequenas e médias cidades. O alerta foi feito nesta quarta-feira (7) pela OMS (Organização Mundial da Saúde).

A diretora-geral da OMS, Margaret Chan, disse que "as cidades concentram oportunidades e serviços, mas também riscos e ameaças à saúde". Ela apresentou uma campanha que mostra a relação entre entre os planos urbanísticos e a saúde das populações, em comemoração ao Dia Mundial da Saúde.

A organização ressaltou que praticamente todo o crescimento demográfico dos próximos 30 anos se concentrará nas cidades. Estima-se que em 2030 seis em cada dez pessoas vivam nesses locais. Em consequência disso, tanto nas metrópoles como nas pequenas e médias cidades, deve ser vista uma degradação das condições de saúde devido a fatores como insuficiência de infraestrutura, propagação de doenças contagiosas e aumento de doenças crônicas devido a estilos de vida insalubres.

Também se prevê um aumento dos acidentes de trânsito e de atos de violência em geral. O limitado acesso à água potável será outro desafio em um mundo cada vez mais urbanizado. Hoje cerca de 94% dos residentes urbanos de países em desenvolvimento contam com pelo menos 20 litros de água por dia em uma fonte a menos de 1 km de duas casas, mas os riscos de poluição do líquido são elevados.

A OMS também considerou um grave problema que somente 24% da população urbana conte com serviços mínimos de saneamento, como banheiros conectados ao esgoto. A situação é ainda pior para os 170 milhões de residentes em zonas urbanas marginais que carecem inclusive do mais simples banheiro, enquanto outros 500 milhões de pessoas compartilham serviços higiênicos com pessoas de fora da família.

Ao apresentar este quadro, Chan disse que a aglomeração que habitualmente se observa em meios urbanos desfavorecidos "amplia as consequências de fatores como a contaminação dos alimentos ou da água, os altos níveis de poluição sonora, as substâncias químicas, os desastres naturais e o surto de doenças".

Como exemplos de cidades que se desenvolveram em boa direção, ela mencionou Adis-Abeba (capital da Etiópia) e Nova York, a primeira por sua limpeza irretocável e a segunda por fatores como a segurança de seus habitantes e medidas como a proibição de fumar em restaurantes e em outros locais públicos.

http://noticias.r7.com/saude/noticias/oms-diz-que-cidades-fazem-mal-a-saude-20100407.html

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Artes - Festival de Woodstock no Brasil

Brasil terá o seu próprio Woodstock, diz agência

O Brasil vai ter sua própria versão do histórico festival Woodstock. Segundo a agência All Access Media, o evento será realizado em outubro, em uma fazenda na cidade de Itu, a cerca de 100 km de São Paulo.

Ainda não há bandas confirmadas para o festival, mas Green Day e Linkin Park já estariam praticamente fechadas. Também são cogitados nomes como Foo Fighters, Bob Dylan, Smashing Pumpkins, Rage Against the Machine, Pearl Jam e Limp Bizkit.

De acordo com a All Access Media, as negociações para o Woodstock brasileiro vêm ocorrendo desde o ano passado. Os direitos para a realização em solo nacional foram comprados pelo empresário Eduardo Fischer, responsável pelo festival Maquinária.

Perry Farrell, vocalista do Jane's Addiction e um dos criadores do famoso festival americano Lollapalooza, estaria participando das negociações, diz a agência.

Economia - Produção de veículos bate recorde

Produção de veículos cresce 32,5% e bate recorde no mês e no ano

A produção de veículos no país bateu em março recorde da série histórica, com a fabricação de 330.980 unidades, de acordo com os dados que englobam automóveis, comerciais leves, ônibus e caminhões divulgados pela Anfavea (associação das montadoras) nesta quarta-feira. A maior marca até então havia sido registrada em julho de 2008 (318,4 mil).

O número aponta alta de 32,5% no confronto com fevereiro e de 20,3% no comparativo com igual intervalo no ano passado. Já no primeiro trimestre deste ano, a produção cresceu 24,4% ante o mesmo período em 2009, atingindo 826.669 unidades e batendo novo recorde, ultrapassando os três primeiros meses de 2008.

As exportações tiveram acréscimo de 82,7% no acumulado do ano (159.152 unidades). Em março (57.929), as vendas para o mercado externo subiram 9,4% ante fevereiro e 66,6% frente ao mesmo mês em 2009.

O número de empregados nas montadoras somou ao final do mês passado 127.764 trabalhadores, quantidade superior à registrada em fevereiro (126.791), mas ainda abaixo do contabilizado em outubro de 2008 (131.717), quando houve o agravamento da crise internacional.

Venda
O emplacamento de veículos cresceu 17,9% no primeiro trimestre, no confronto com o mesmo intervalo no ano passado, batendo o recorde para o período --que pertencia a 2009-- com a venda de 788.007 unidades.

Março isoladamente também apresentou a melhor marca mensal, com o impulso aos licenciamentos dado pelo último mês de IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) reduzido, atingindo 353.738 veículos.

O montante é 14,6% superior ao recorde anterior, que havia sido batido em setembro passado (308,7 mil unidades). Naquele mês, também houve corrida dos consumidores às concessionárias por causa do tributo, cuja alíquota voltou a subir gradualmente em outubro.

A partir deste mês, os carros a álcool ou flex de mil cilindradas tiveram a alíquota elevada de 3% para 5%. Já nos de até 2.000 cilindradas, o percentual passou de 7,5% para 11%. Para caminhões, a isenção do tributo permanece até junho, quando a alíquota retorna a 5%.

O incentivo, concedido em dezembro de 2008 e que até o final de 2009 valia também para os carros a gasolina, foi uma das principais medidas tomadas pelo governo federal para combater os efeitos da crise econômica e estimular as vendas no setor.

A medida surtiu efeito, e os emplacamentos apresentaram um acréscimo de 11,4% no ano passado ante 2008, registrando o terceiro recorde anual consecutivo, com 3,14 milhões de unidades.

Confiança
De acordo com pesquisa da FGV (Fundação Getulio Vargas), as indústrias de bens de consumo duráveis atingiram em março 90,9% de utilização da capacidade instalada, influenciadas pelo fim da redução de IPI para veículos e móveis. Na média, o uso ficou bem abaixo desse patamar (84,3%).

A confiança dos empresários desse segmento, aliás, caiu 4,4% entre fevereiro e março, ante um crescimento de 0,6% do índice geral. Para Aloísio Campelo, coordenador do Núcleo de Pesquisas e Análises Econômicas da FGV, "essa pequena queda se deve à expectativa do que vai acontecer com o fim do benefício fiscal, mas o impacto deve ser moderado".

O efeito, na sua avaliação, será atenuado pelo crescimento da massa salarial, a geração de empregos e a redução da inadimplência.

fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u717353.shtml

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Artes - Cinema


Filmes

Chico Xavier
Superprodução sobre o médium bate recorde de público no primeiro fim de semana

Com 593 mil espectadores de sexta-feira a domingo, “Chico Xavier” tornou-se o filme brasileiro de maior bilheteria no fim de semana de estreia desde a chamada Retomada do cinema nacional, em meados da década de 1990. A marca anterior, de 570 mil ingressos vendidos, pertencia a “Se Eu Fosse Você 2”, atual recordista de público da Retomada com 6,1 milhões de pagantes nos meses em que esteve em cartaz. Curiosamente, ambos foram dirigidos por Daniel Filho.

Entre os filmes lançados em 2010, a bilheteria do primeiro fim de semana de “Chico Xavier” só não supera a de “Alvim e os Esquilos 2”, que atraiu 673 mil espectadores nos três primeiros dias. A marca da superprodução sobre o médium mineiro é ainda mais significativa por ter sido atingida no feriado da Semana Santa, quando a frequência nos cinemas costuma cair.

Apesar da performance, a expectativa do mercado é de que “Chico Xavier” leve entre 4 e 5 milhões de pessoas aos cinemas enquanto estiver em cartaz. O recordista de público do cinema nacional é “Dona Flor e seus Dois Maridos”, de 1976, que foi assistido por 12 milhões de pessoas.

FONTE: http://www.paginadocinema.com.br/filmes/index/86

Saúde - Mais de 30% dos brasileiros têm doenças crônicas



Mais de 30% dos brasileiros têm doenças crônicas
Estudo do IBGE diz que pressão alta é o problema mais comum na população

Uma pesquisa divulgada nesta quarta-feira (31) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) indica que 59,5 milhões de pessoas (31,3% da população no Brasil) têm alguma doença crônica – problemas que geralmente se desenvolvem de forma lenta e duram por muito tempo, como hipertensão, asma e diabetes. Quase 6% das pessoas declaram ter três ou mais desses problemas.

Os dados fazem parte de um suplemento da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) e se referem a 2008. O problema é mais grave na região Sul, onde 35,8% das pessoas entrevistadas disseram ter esse tipo de doença. A lista segue com Sudeste (34,2%), Centro-Oste (30,8%), Nordeste (26,8%) e Norte (24,6%). De acordo com a pesquisa, o problema atinge 35,2% das mulheres e 27,2% dos homens.


Os principais problemas encontrados na pesquisa do IBGE foram: hipertensão (14%), problema de coluna ou costas (13,5%), artrite ou reumatismo (5,7%), bronquite ou asma (5%), depressão (4,1%), doença de coração (4,0%) e diabetes (3,6%). Para essa última doença, é importante ressaltar que o índice sobe para 8,1% entre as pessoas 35 anos ou mais.

As doenças crônicas são um problema grave para a saúde pública. Dados da OMS (Organização Mundial da Saúde) indicam que males como doenças cardiovasculares, cânceres, diabetes e problemas respiratórios são a maior causa de mortes no mundo, fazendo com que aproximatamente 35 milhões de pessoas percam a vida todos os anos – os números se referem a 2008. Cerca de 60% das mortes que acontecem em países pobres estão relacionadas essas doenças. O índice sobe para 80% em nações em desenvolvimento.

E, de acordo com a OMS, grande parte dessas mortes poderia ser evitada se a população eliminasse fatores de risco como o fumo, consumo de álcool, sedentarismo e dietas pouco saudáveis.

No quesito fumo, o índice ainda é alto entre os brasileiros. Na população com 15 anos ou mais de idade, 15,1% são fumantes diários e 2,1% fumam ocasionalmente. A região Sul tem o maior percentual de fumantes correntes (soma dos diários com os ocasionais): 19,3%. A incidência do tabagismo entre os homens é maior (21,5%), na comparação com as mulheres (13,2%).

Para o IBGE, não houve variação expressiva nesses índices no Brasil. Em 1998, 31,6% das pessoas relataram ter um problema como esse. A taxa variou para 29,9% (52,6 milhões de pessoas) em 2003. O estudo indica que a existência das doenças crônicas também tem relação com a renda de cada parcela da população.

– Quanto maior o rendimento, maior foi o percentual de pessoas que afirmaram ter ao menos uma doença. Entre aqueles com rendimento de até um quarto do salário mínimo, 20,8% tinham ao menos uma doença. E entre aqueles com rendimento acima de cinco salários mínimos, o percentual alcançava 38,5%.

As doenças crônicas voltaram a chamar a atenção recentemente porque os portadores desse tipo de problema estão incluídos nos grupos prioritários que precisam se vacinar contra a gripe A (H1N1), popularmente conhecida como suína. Essa parcela da população precisa ir a um posto de vacinação até a próxima sexta-feira (2) para receber a dose. De acordo com o Ministério da Saúde, ter uma doença crônica aumenta o risco de contrair formas mais graves da doença, o que eleva inclusive a chance de morte.

http://noticias.r7.com/saude/noticias/mais-de-30-dos-brasileiros-tem-doencas-cronicas-20100331.html